Análise dos exercícios da NATO faz-se em Lisboa sob direcção portuguesa

Pela primeira vez, a estrutura da Aliança Atlântica que produz estudos e propõe soluções para problemas de defesa, alguns relacionados com o ciberterrorismo e imigração, vai ter um oficial português aos comandos.

De Monsanto para o mundo: a estrutura da NATO que há 14 anos produz estudos e propostas sobre operações, treinos, exercícios e experimentação para todos os países aliados vai ser, a partir desta sexta-feira e pela primeira vez, dirigida por um português. O brigadeiro-general Mário Salvação Barreto toma hoje posse no cargo que deverá desempenhar nos próximos três anos, sob o lema: “A missão primeiro, as pessoas sempre”.

Mas o que faz esta estrutura da Aliança Atlântica, localizada em Lisboa desde 2002 e que reporta directamente ao Comando Supremo para a Transformação da NATO, sediado nos Estados Unidos? Elabora estudos altamente complexos sobre os problemas operacionais das missões, treinos e exercícios dos aliados, propondo soluções e metodologias que, depois, são (ou não) aprovados superiormente para serem implementados pelos países-membros.

Reportagem publicada no jornal Público, dia 19 de agosto de 2016.

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